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Unidade de Coprocessamento – Fundação Proamb

Seis anos de evolução contínua a serviço da gestão ambiental

    Ao completar seis anos em operação, a Unidade de Coprocessamento da Fundação Proamb demonstra sua importante contribuição para que a empresa lidere o setor ambiental no Rio Grande do Sul. Suas conquistas em aspectos como estrutura física, equipamentos, melhores práticas e segurança nas operações a colocaram como a planta mais avançada, segura e de maior capacidade de processamento de resíduos do Estado, além de integrar um dos mais importantes projetos de coprocessamento de resíduos da América Latina. 

    Essa trajetória teve início em 30 de agosto de 2010, quando a Fundação Proamb assinou um contrato de parceria em coprocessamento de resíduos com a Cimpor Brasil – empresa hoje pertencente ao Grupo Intercement. A Proamb forneceria CDR (combustível derivado de resíduos) para a utilização nos fornos de fabricação de cimento da Cimpor, indústria localizada em Candiota (RS). A intenção era oferecer às indústrias geradoras de resíduos um serviço de tratamento que fosse destino seguro, confiável e rigorosamente dentro das normas. Com o decorrer do tempo, o comportamento ético e transparente das duas empresas demonstrou que elas estavam alinhadas em princípios e objetivos, o que garantiu uma evolução contínua do projeto.
    
    Após a concretização da parceria, foi iniciada a construção da unidade, em Nova Santa Rita, na Grande Porto Alegre (RS). Local estrategicamente situado para atender as duas regiões que mais produzem resíduos industriais no estado: Capital e Serra Gaúcha. O conceito adotado para a operação foi o de uma linha de produção. O material recebido seria processado por diversos equipamentos em série, para garantir que o CDR final atendesse às especificações de qualidade, aumentando o aproveitamento energético dos resíduos quando na fase da queima. Em 1 de abril de 2013, após uma maratona de providências protocolares e burocráticas, a Unidade de Coprocessamento obteve sua licença de operação. Um marco muito importante para a Proamb. A Fundação seria a primeira empresa do estado a coprocessar resíduos industriais perigosos.

Vantagem competitiva em produção de CDR

    A partir de 2015, já com a operação consolidada, foi iniciado o processo de modernização e ampliação da planta. Em 2016, outra conquista importante. A instalação de equipamentos da empresa austríaca Lindner Recyclingtech GmBH, referência internacional em tecnologia para trituração de resíduos. Em 2017, a partir do conhecimento obtido de visitas em plantas localizadas na Europa, completou-se o processo de modernização. Foram realizadas a ampliação da estrutura física e a renovação do parque fabril, em sintonia com a mais avançada tecnologia do setor. 

    O resultado das melhorias garantiu à Unidade de Coprocessamento uma grande vantagem competitiva em relação ao que é oferecido no Brasil. Em 2018, sua capacidade de produção mensal atingiu 5 mil toneladas, número  comparável ao das plantas mais modernas do mundo. O CDR produzido também atingiu um nível de qualidade superior quando comparado às empresas consideradas referências mundiais no setor.

    Como consequência natural de uma gestão voltada para a excelência, em novembro de 2018, a Unidade de Coprocessamento alcançou outro diferencial que contribuiu para reforçar a liderança da Fundação Proamb no estado do Rio Grande do Sul. Obteve o certificado da ISO 9001:2015 – Inmetro, conferido pelo Bureau Veritas. Com a certificação, a Proamb mostrou ao mercado sua preocupação constante com a qualidade junto aos clientes e fornecedores. “A obtenção do certificado comprova que nós cumprimos com os requisitos legais, que temos um planejamento estratégico e olhamos para o todo dentro da organização”, orgulhou-se Gustavo Fiorese, diretor de Operações da Proamb. 

    Hoje, consolidada como uma das mais modernas e produtivas plantas de coprocessamento da América Latina, a Unidade da Fundação Proamb precisa escoar sua grande capacidade de fornecer CDR de alta qualidade. Fato que justifica a multiplicação de parcerias com fábricas de cimento. Além de fornecer para uma unidade fabril da tradicional parceira, Intercement, processa resíduos para enviar a duas fábricas da Votorantim e uma da Itambé.

    A recuperação energética de resíduos realizada pela Fundação Proamb leva muitos benefícios à comunidade empresarial e à sociedade como um todo. Evita-se que resíduos passíveis de coprocessamento sejam destinados a aterros industriais. Estes são completamente aproveitados como combustível na queima dos fornos de fabricação de cimento e suas cinzas incorporadas ao produto final. Além disso, o CDR que a Proamb produz possui elevado poder calorífico, o que diminui em até 30% o consumo de fontes de energia não renováveis, como o coque de petróleo, por exemplo. O resultado é menor impacto ambiental, ganhos financeiros e em produtividade, e mais eficiência na gestão ambiental.

    O processo de evolução contínua durante esses seis anos de operação traduz o traço cultural dos empreendedores da Serra Gaúcha, região muito conhecida pela forte presença de uma comunidade industrial pujante e diversificada: determinação, persistência e resiliência para superar desafios técnicos, operacionais e até mesmo burocráticos. Ou, de maneira mais sutil, na versão do Presidente da Fundação Proamb, Neri Gilberto Basso, “somos sadiamente insatisfeitos”. Não por acaso, os dirigentes da empresa já pesquisam formas de diversificar o potencial da Unidade de Coprocessamento com a possibilidade de no futuro produzir energia elétrica. 

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