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30/11/2021

“Informação é um ativo muito importante”


Para conduzir os alunos do MBA Master em Neuroestratégia e o Pensamento Transversal® por caminhos que os façam encontrarem formas alternativas de pensar, é preciso entender como se construiu o jeito que pensamos.

A disciplina Evolução Histórica das Decisões Empresariais, conduzida pelo professor Luciano Guedes na pós-graduação da Proamb e da Esic, ajuda a compreender esse processo. 

Uma das formas é a partir da aplicação de conteúdos de diferentes áreas do saber, como psicologia, neurociências e gestão empresarial, entre outros. “Um aspecto muito importante no MBA é a possibilidade de "pensar fora da caixa", conduzindo os alunos dentro e fora da sala de aula a conectar várias áreas de conhecimento com o objetivo de criar soluções para os desafios enfrentados diariamente”, diz o docente, mestre em Administração com ênfase em Neuromarketing.

O surgimento da história das decisões empresariais nasce junto com o desenvolvimento industrial. Embora estudos empíricos datem esse episódio desde o século passado, ensaios científicos o remontam há algumas décadas. Mas o que importa é que o procedimento do pensar está sempre em movimento. 

Guedes o coloca como um processo constante, adaptativo e muito criativo. “O empresário que busca constantes atualizações e que está atento ao mercado em que atua possui um ativo muito importante: informação. A análise de informações sobre tendências, clientela e concorrência é fonte inesgotável de conhecimento e direcionamento das transformações que estamos vivendo”, cita o professor.

Talvez a pandemia tenha exemplificado como esse processo transmuta-se de acordo com as situações cotidianas e outras conjunturas. A crise sanitária, diz Guedes, obrigou a todos a criar novos meios de agir e vender, reinventando-se num cenário de muitas incertezas. “A evolução no modo de pensar as decisões empresariais levou em consideração questões como distanciamento, novas regras sanitárias, queda de demanda em vários setores, o home office, dentre uma série de possibilidades”, pondera. 

Neste cenário, salienta o professor, muitos empresários buscaram redução de custos. “Um ponto importantíssimo é a seleção natural do mercado como um todo, aqueles que suportaram ou até mesmo cresceram durante essa pandemia, encontraram uma fatia maior no mercado em que atua”, observa. 

Todas as mudanças provocadas pela pandemia precisaram, mais do que serem “lidas” pelos empresários, adaptadas e incorporadas junto ao mercado. Para o professor, um dos grandes focos dos gestores, hoje, é estancar perdas e solucionar gargalos em suas empresas, como também nas tendências do setor onde atuam. “Em uma economia globalizada como a que vivemos, a redução de custos e o aprimoramento de processos é uma regra básica”, ensina.

Guedes também reforça as mudanças no mercado de trabalho como uma oportunidade. Gerações mais recentes, como os millennials e Z, têm dificuldades como trabalhar em grupo e senso de urgência, percebe o professor. “Dessa forma, as empresas que querem se perpetuar no mercado onde atuam precisam levar em conta todos esses aspectos para garantir uma melhor tomada de decisão, diante de um cenário tão desafiador como este que estamos vivendo”, avalia.



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Créditos: Leon Sanguiné
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